Sexta-feira, 07 de Agosto de 2020
Política

Parece que procuradores não gostam de ser fiscalizados, diz Rodrigo Maia

Publicada em 29/07/20 às 16:07h - 77 visualizações

por Filó Notícias.Net reprodução


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 (Foto: Filó Notícias.Net / MSN)

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse na manhã desta 4ª feira (29.jul.2020) que tem a impressão de que procuradores não gostam de ser fiscalizados.

“O trabalho que eles [Ministério Público] fazem é fundamental, mas a impressão que me dá é que não gostam de ser fiscalizados muitas vezes”, disse o presidente da Câmara. Ele deu as declarações em entrevista à rádio Bandeirantes.

Há uma disputa em andamento no Ministério Público Federal. O procurador-geral da República, Augusto Aras, busca maiores informações sobre o trabalho da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. Os procuradores do local afirmam que há 1 ataque contra a operação.

Aras disse, na 3ª feira (28.jul.2020) que “agora é a hora de corrigir os rumos para que o lavajatismo não perdure”. A investida da PGR fez com que procuradores ligados à operação pedissem demissão.

Rodrigo Maia afirma que não há problemas em o procurador-geral pedir informações sobre a atuação de integrantes do Ministério Público. Ele afirma que há pouco controle sobre o MP.

“Eu não vejo, por exemplo, no Conselho MP, ações como a gente vê no CNJ (Conselho Nacional de Justiça). No CNJ existem punições, existem afastamentos, isso a gente vê muito pouco no MP”, declarou Rodrigo Maia.

“Acho que, de fato, se criou em torno de algumas pessoas no MP uma aura que essas pessoas não podem ser criticadas, não podem ser atacadas”, disse o presidente da Câmara.

“Em determinado momento, qualquer coisa que a gente ia votar tinha uma [entrevista] coletiva lá do pessoal de Curitiba, ‘não pode votar isso, não pode votar aquilo’, como se fossem um árbitro, uma figura acima do bem e do mal”, afirmou Maia.

Quem coordena a força-tarefa em Curitiba é o procurador Deltan Dallagnol. Uma das entrevistas concedidas por ele virou febre na internet, à época: o procurador usou uma apresentação de PowerPoint em que imputava irregularidades ao ex-presidente Lula.




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